LinkedIn: Rede social pode começar a criar séries originais

23/10/2017 - 15:00 | Por: Circolare

Olha essa novidade! O LinkedIn, rede social de negócios mais famosa do mundo, pode estar se preparando para lançar séries originais. A novidade confirmada por Jeff Weiner, CEO do LinkedIn, a rede – que recentemente ganhou suporte para vídeos- não descarta a possibilidade de começar a criar conteúdo original de vídeo por streaming, como faz – por exemplo o YouTube e o Netflix.

O CEO citou o programa, “Shark Tank” – reality show norte-americano com investidores interessados em dar apoio financeiro a grandes ideias de empreendimento- que poderia ser o tipo de programa que faria sucesso entre os usuários do LinkedIn.

Agora é esperar para ver se a ideia sai do papel. As informações são do Geek Wire.

Microsoft compra a rede social LinkedIn por US$ 26,2 bilhões

13/06/2016 - 12:00 | Por: Circolare

A Microsoft anunciou que comprará a rede social profissional LinkedIn por 26,2 bilhões de dólares, a maior aquisição já feita pela empresa. O atual presidente-executivo do LinkedIn, Jeff Weiner, continuará à frente da empresa e se reportará a Satya Nadella, presidente-executivo da Microsoft.

O texto afirma que o LinkedIn irá manter sua independência, marca, cultura e características após a aquisição.

“O time do LinkedIn criou um fantástico negócio centrado em conectar profissionais de todo o mundo. Juntos, podemos acelerar o crescimento do LinkedIn, assim como o de Microsoft Office 365 e Dynamics, à medida que procuramos empoderar todas as pessoas e organizações do planeta.”, disse Nadella.

Carta pública ao governo americano

09/12/2013 - 10:00 | Por: Circolare

Google, Apple, Microsoft, Yahoo!, Facebook, Twitter, LinkedIn e AOL, oito gigantes da tecnologia, publicaram uma carta pública de página inteira nos principais jornais americanos sob o título “Carta Aberta a Washington”.

O anuncio é uma campanha para cobrar do governo e Congresso dos Estados Unidos uma revisão profunda dos sistemas de espionagem e coleta de dados. Várias dessas empresas foram acusadas de colaborar com o governo e quebrar privacidade de usuários.

A campanha também lançará o site www.reformgovernmentsurveillance.com.