Gloria Steinem, jornalista, escritora e ativista que se tornou um dos maiores símbolos da luta pelos direitos das mulheres, morreu nesta quarta-feira (2), aos 92 anos, em sua casa, em Nova York. A causa da morte não foi divulgada.
Ao longo de mais de seis décadas, Steinem ajudou a transformar debates sobre igualdade de gênero, direitos reprodutivos e participação feminina na política em pautas centrais da sociedade americana.
Nos anos 1970, esteve entre as fundadoras da Ms. Magazine, publicação que se tornou uma importante referência do movimento feminista. Também participou da criação de organizações como o National Women’s Political Caucus e o Women’s Media Center.
Em 2013, recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta honraria civil dos Estados Unidos, concedida pelo então presidente Barack Obama.
Seu trabalho ultrapassou o jornalismo e a política, influenciando gerações de mulheres e consolidando um legado que permanece como parte fundamental da história do feminismo contemporâneo.
