Com nomes como Tom Brady, Dwyane Wade, Megan Rapinoe e A’ja Wilson, o JPMorgan Chase & Co reuniu alguns dos maiores atletas do esporte americano para enfrentar um problema silencioso e recorrente: atletas que chegam ao topo financeiro e terminam a carreira sem nada.
1 em cada 6 jogadores da NFL declara falência em até 12 anos após a aposentadoria. Mike Tyson faturou meio bilhão. Evander Holyfield, o mesmo. Os dois foram à bancarrota.
O atleta de elite vive uma das jornadas financeiras mais extremas que existem: riqueza repentina, janela de ganhos curta e pouca ou nenhuma educação financeira para lidar com isso. O mesmo foco que o levou ao topo no esporte raramente foi treinado para o que vem depois.
A iniciativa mira atletas de todos os níveis, do universitário que começa a monetizar sua imagem ao profissional veterano que precisa fazer o patrimônio durar décadas.
Por isso o banco vai além do conselho de atletas: está criando um centro de excelência financeira com profissionais especializados no universo esportivo, além de uma plataforma de conteúdo com guias práticos, desde como navegar o sistema de direitos de imagem e nome até como montar o time certo de advisors ao redor de uma carreira.
