Cientistas afirmam que o ano de 2026 pode oferecer algumas das exibições mais vibrantes e frequentes de aurora boreal das últimas décadas, graças ao pico do Ciclo Solar 25, um período de cerca de 11 anos em que o Sol apresenta maior atividade magnética. Durante esse máximo solar, são registradas mais manchas solares, erupções e ejeções de massa coronal, que intensificam as auroras ao colidirem com a atmosfera da Terra.
Especialistas esperam que a fase mais ativa continue até março de 2026, favorecendo a observação das luzes do norte em destinos tradicionais como Noruega, Finlândia, Islândia, Suécia, Canadá e Alasca — e possivelmente em latitudes mais baixas do que o habitual.
O fenômeno natural ocorre quando partículas solares energizadas interagem com o campo magnético terrestre, criando cortinas de luzes coloridas no céu polar.
