A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu início, em 2026, a uma operação para retirar milhares de orelhões das ruas brasileiras, encerrando um ciclo histórico da comunicação no país. Os telefones públicos, que foram essenciais por décadas antes da popularização dos celulares, começam a desaparecer do espaço urbano.

Com o fim das concessões da telefonia fixa, as operadoras deixaram de ser obrigadas a manter os aparelhos em funcionamento. Dos cerca de 38 mil orelhões ainda existentes, a maioria será desativada ou removida de forma gradual.

Apesar do avanço da telefonia móvel, a Anatel prevê a manutenção de alguns aparelhos até 2028 em regiões sem cobertura adequada de celular, garantindo o acesso mínimo à comunicação. A medida simboliza a transição definitiva para tecnologias mais modernas e o adeus a um dos ícones mais marcantes das cidades brasileiras.

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