O The New York Times divulgou sua aguardada lista “52 Places to Go in 2026” e o Brasil aparece representado por um único destino: o Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), que ocupa a 24ª posição no ranking.

Definido pelo jornal como um lugar onde criatividade humana e biodiversidade convivem em perfeita harmonia, Inhotim impressiona pelos números, são cerca de 500 obras, distribuídas em 24 galerias de arquitetura icônica, integradas a um dos maiores jardins botânicos a céu aberto do mundo, com milhares de espécies tropicais e raras. Não à toa, o NYT destaca que “uma das poucas críticas é que um único dia não basta para ver tudo”.

Fundado oficialmente em 2006, Inhotim reúne obras permanentes de artistas como Hélio Oiticica, Adriana Varejão, Tunga e Olafur Eliasson, além de pavilhões assinados por arquitetos brasileiros de destaque. O complexo ocupa mais de 140 hectares visitáveis, a cerca de 60 km de Belo Horizonte, e é hoje um dos maiores museus de arte contemporânea ao ar livre do planeta.

No topo da lista de 2026, o NYT colocou a chamada “América Revolucionária”, em referência às celebrações dos 250 anos da independência dos Estados Unidos.

A segunda posição do ranking mundial foi ocupada por Varsóvia, na Polônia. O destaque para a capital polonesa recai sobre seu processo de modernização, exemplificado pela inauguração do Museu de Arte Moderna e pela transformação da histórica Plac Defilad, uma antiga praça de desfiles comunistas, em um polo verde voltado para a circulação de pedestres.

Encerrando o “top 3”, o The New York Times escolheu Bangcoc, na Tailândia. De acordo com a publicação, a metrópole asiática tem se destacado pelos esforços intensos em sustentabilidade urbana e planejamento ambiental, trabalhando para reverter o estigma de ser uma das cidades com menos áreas verdes da Ásia.

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